27.5.10

Bebê Fumante


Um bebê, com dois anos de idade, fuma 2 maços de cigarros por dia. Segundo especialistas ele estaria viciado. Não, quem disse? Fumar 2 maços de cigarro por dia é apenas o início do hábito.

A mãe do bebê que fuma disse que tem um lado bom pelo fato do filho fumar. A criança volta cedo pra casa porque cansa rápido.

Uma vez o bebê de 2 anos que fuma fugiu de casa, ele disse: "Mamãe, eu vou ali comprar um cigarro, viu..." Graças a esse comportamento a sua mãe castigou a criança. Ela deu Derby pra ele.

O bebê alega fumar vários cigarros por dia para se acalmar. Já que quando quer ver desenho aqueles chatos da TV Globinho enrolam.

O bebê na verdade anda muito estressado porque percebeu que estava tendo a sua infância roubada quando fizeram um Orkut pra ele.

O bebê prestou declarações a imprensa. Muito convicto, porém sincero, disse: "Gugu dada, guuugu dada, dada."

O bebê fumante quer muito um filho só para mandá-lo comprar cigarros...

Quando os amigos dessa criança vão a sua casa brincar o bebê fica fumando num canto observando aquela garotada se divertindo e lembrando-se dos tempos de infância.

O único brinquedo que esse bebê gosta é do trem. Só porque dele sai fumaça.

19.5.10

Desabafo Trabalhista

Classe de trabalhadores fiéis e dedicados com o seu emprego. Homens e mulheres. Funcionários que trabalham arduamente oito horas diárias, de segunda à sexta, e seis horas aos sábados. Convido-os agora para lerem algumas verdades que tive o desprazer de passar por elas.

Grandes partes dos trabalhadores brasileiros exercem as suas devidas funções oito horas por dia. Tendo duas horas de almoço, que por muitas vezes é menor que isso. Pobres coitados que não tem tempo de resolver nada em horário comercial. O único horário que eles têm de livre é o de almoço. Tempo para que almocem, tomem banho e descansem um pouco para voltarem “dispostos” novamente ao trabalho. E não pra que escolhem algo para comprarem com o seu salário, pois não há tempo para escolhas.

Sofri com isso no meu último emprego. Como grande maioria dos trabalhadores tinha apenas duas horas de almoço, durante o período comercial. A minha revolta com isso não é porque às oito horas seja tempo demais de trabalho, - já que pra mim uma hora já é exploração - e sim que não temos tempo para gastar o nosso salário.

Se quisermos alguma coisa, como: comprar objetos pessoais, resolver algo em banco, ou seja, qualquer negocio que ocupe tempo e que só dê para resolver em horário comercial, lamento, mas não vai dar. O tempo de almoço é muito curto para algo do tipo, pois sempre demoramos nesses fins. Exceto se você for àquela pessoa que compra algo logo quando vê. Que fura fila em banco ou em casas lotéricas tranquilamente com aquela cara de pau que você tem.

Enquanto nossos patrões saem e entram quando querem em suas empresas, nós, meros empregados, somos obrigados a ficar o nosso horário. Aquele que esta de acordo com a carteira. Então, a única coisa que temos a fazer em relação a isso é: lamentar.

Falo tudo isso porque eu era um trabalhador desse tipo. Uma vez queria comprar um tênis. Só que não tinha muito tempo para escolher. Logo sou muito indeciso, e demoro a achar o que quero. Fui assim que deu o meu horário de almoço, às 13 horas. Sai de imediato diretamente a loja. Chegando, vi alguns modelos de tênis, e gostei de um. Só no tempo de escolha foram gastos 20 minutos do meu almoço. A moça que me atendeu foi ver se tinha o meu número de sapato. Voltou dizendo que não. Com isso acabei perdendo mais tempo que cidadão quando assiste a horário político. Resolvi ir à outra loja que ficava a três quarteirões desta. Fui ver outros tênis e gostei de dois modelos. Sorte a minha que lá tinha o meu número. A funcionária foi pega-los no depósito e eu fiquei esperando a moça trazer olhando para o relógio e notando que a cada minuto que se passava, passava-se o meu horário de almoço. Chegando com os dois pares fui experimentar. Mas acabei não gostando de nenhum dos dois. Enquanto ia embora notei que só tinha seis minutos de almoço. Tempo o suficiente pra fazer uma terapia xingando todos que visse pela frente!

O fato é: quem trabalha oito horas diárias em horário comercial não tem tempo. Se quiserem comprar algo, resolver algo, ou o que for, sugiro fazer o que tem que ser feito comendo uma quentinha no caminho, deixando no bolso a escova de dente, fio dental e a pasta, no outro bolso o perfume e o pente. Por um momento ia esquecendo o principal: tenha bom condicionamento físico para resolver correndo tudo antes que o horário de almoço acabe.

10.4.10

Novato Em Jampa

Sou mais um cidadão na capital da Paraíba. Vim com o propósito de estudar, só que esta mais pra perturbar. Pelo menos é o que dizem os pessoensses que me conheceram até agora.

Com isso ainda assim os admiro pela educação, exceto por parte da sinceridade. Me sinto um verdadeiro rebelde nesse lugar. Surpreendi-me com a personalidade simpática e atenciosa dos paraibanos.

Ontem mesmo eu estava andando pela cidade mais perdido que agulha no deserto e resolvir pedir informação. E digo que toda vez que buscava chegar a algum lugar, me ajudavam sempre.

Alguns destes que me orientavam, explicavam até que demais. Tipo esse caso que vou mencionar abaixo.

Perguntei a um cidadão:

– Como faço pra chegar à praça da independência?
- Olha é muito fácil. Você vai por aqui reto, vira à esquerda, depois do sinal dobre a esquerda novamente, “visse”? Daí é só andar mais um pouco, uns 50 metros, ou seja, 100 passos se não me engano... Observa, procure por placa da praça e fim, “visse”?
- Há... Entendi, entendi... Só não compreendi esse “visse”...
- Hahaha! É o mesmo que: viu, entendeu, compreendeu, sacou... “visse”?
- Obrigado pelas duas informações. Vou indo, valeu!
- Acho que você não estava prestando muita atenção quando falei onde ficava a praça... Vamos revisar. Você vai por aqui reto, bem reto mesmo, não olhe pra trás, porque tens que olhar é pra frente, já que queres ir à praça da independência. Então, você vira à esquerda, depois do sinal... Sinal tu sabe o que é né?
- Sei, sei...
- Então, vira a esquerda de novo... Não, não é melhor eu ir com você até lá, vai que se perca daí vou ficar com o peso na consciência. Só vou mandar uma mensagem pra minha filha e outra pra minha mulher avisando que vou demorar pra buscá-las.
- Nossa! Muito obrigado, Senhor, mas não precisa. Eu aprendi direitinho. Valeu mesmo.
- Tem certeza?
- Tenho, obrigado!
- Olha, olha. Ainda to aqui.
- Hahaha! To indo valeu.
- Eu vou contigo pra garantir!

Foi nessa hora que sair correndo e afirmo uma coisa há vocês: aprendi como nunca, onde fica a praça da independência.

17.3.10

Trabalho De Direito

Meu Trabalho de L.P. Textos Jurídicos.
Assunto: Propagandas verbais e não verbais.

Interpretação da propaganda abaixo. Explicado dia 17/03 em sala.


CAMISINHA

Propaganda em preservativo para o não uso de camisinha instituído pela igreja católica.

Observe na imagem acima o Papa com os seguintes dizeres: “Eu disse não”. Só que de provável faltou algumas palavras a mais. O certo não seria: “Eu disse não. Pois Papa não pode?”

É interessante compreendermos essa propaganda, pois ela pode da muito certo entre os católicos. E para os que não seguem essa religião também. É ou não é broxante usar camisinha com a imagem de um homem?

A intenção da propaganda do não uso da camisinha foi um sucesso. Entre freiras e padres.

A idéia dessa propaganda pode não da muito certo entre ignorantes. O que eles chegariam a pensar? “Nossa, o Papa disse não ao uso da camisinha. Mas também, faz todo sentido: com essa idade qual seria a utilização?”

Percebe-se nesse termo apelativo uma soma contraditória na propaganda. A frase em que o Papa diz “Eu disse não” se contradiz com o sorriso dele. Afinal, o assunto é pra ser levado a sério ou na esportiva?

17.2.10

Vicio Notável

Desde quando aprendi a falar uso uma palavrinha composta por duas letras. Que no final das contas não quer dizer muita coisa. Mas, mesmo assim a uso constantemente. Recentemente reparei em algo que que nunca havia reparado antes: no meu sorriso amarelado. Outra coisa que me fez prestar atenção foi o tal do "né".

Caso não saiba essa palavra é uma das mais usadas no Brasil. Muito mais para perguntar. O" né" é um termo falada e escrita desde épocas seculares.

O né é mais utilizado que fralda descartável em bebê. É mais comum usar o "né" em frases que cobertura em bolo. Não sou viciado em bebidas alcoólicas, mas sou no né. Não uso drogas, mas em compensação uso uma droga de palavra que vicia bem mais rápido; visto que é muito difícil se livrar do "né". Pode parecer tosco, mas é incrível!

Como nos comunicaríamos bem sem o "né"? Já imaginou como seria estranho conviver sem essa singela palavra? É uma espécie de interrogação prolongada, né? Usada somente com a intuição de aumentar a frase sendo que a intenção não será modificada. Portanto, seria um tanto complicado terminar uma frase sem usar o né... né? Veja abaixo:

- Tu vais pra festa, né?
- Vou sim, camarada. E as meninas vão, né?
- Lógico. Não iríamos sem elas, né!

- Cadê a tua irmã? Ela foi mesmo viajar, né?
- Foi pra casa de parentes no Pará. Tu já sabia que ela ia, né?
- Hahahaha! Pelo o que sei ela foi pra São Luís curtir com o namorado. Não me diga que assim como os teus pais tu caiu nessa estória? Não, né?

- E ai meus queridos eleitores. Vão votar em mim, né?
- Vamos sim querido político. Mas primeiro precisamos da nossa grana, né!
- Claro amigos! É 50 R$ pra cada, né?

Essa palavra é tão importante quanto a novela das oito para os bobões de plantão, ou seja, é impossível viver sem. Somos tão dependentes dela, quanto somos dos Estados Unidos.

Seria mais fácil conviver sem as palavras objetivas e diretas a ficar sem o né... né? Já me adaptei com essa palavra. Não sei se teria força o suficiente de me comunicar no dia-a-dia sem ter que usa-la. Seria uma tortura. Mesmo tendo a plena convicção de que no final da frase ela não irá modificar quase nada.

A palavra né é cultura. Os sábios a utilizam no seu cotidiano. Nossos amigos também. Assim como nosso inimigos. Estamos ligados no mesmo ritmo informal. Compreendendo e sendo compreendido com a mesma intensidade. E é isso aí. Viva ao "né" meu povo.


Cá entre nós: texto chato pra caralho,

16.2.10

Volto Logo

Meu Blog ta parado há algum tempo. Mais parado que engarrafamento em São Paulo. Tudo isso por conta do emprego que arrumei. Ele tirou o meu tempo e ânimo pra continuar escrevendo. Ou seja: meu trabalho é um ladrão. Pelo menos isso foi bom pra vocês, que tiveram a alegria de não lerem as bobagens que escrevo. E pra mim também, já que passei a fazer melhor utilização desse tempo que me restou, como por exemplo: jogando vídeo game.

Mas este blog, ou merda como muitos chamam há de voltar como o de costume em breve. Pelo menos quatro textos, ou bostas como chamam por mês. Pois eu arrumei emprego no jornal. Viva! Emprego este que não vou carregar peso, nem fazer algo que não gostava como o anterior, que é: trabalhar de verdade. Irei escrever para o jornal Folhão, alias, já estou escrevendo nele. Só que assino dia 1° de março. Assim será oficial. Estou tendo uma própria coluna e vou opinar quase sempre sobre alguns casos.

No jornal minha função não será tão diferente da que aqui faço. As merdas e idéias são basicamente do mesmo estilo para azar dos leitores do jornal. Só que terei que tomar mais cuidado no que digo. As minhas palavras nos textos que irão às edições semanalmente terão que ser mais trabalhadas, para que elas não saiam tão "tortas" como as daqui. Mesmo que nunca me dediquei realmente nos meus textos. Acho que faltava a inspiração "real". Sorte que a achei sendo renumerado por isso.

Escrevo nessa joça como hobby, por isso não capricho. E lá eu irei "caprichar". Isso pareceu meio boiola, não?


Meu primeiro e segundo texto das duas edições passadas na minha coluna. Série: Times brasileiros/Dis-Torcidas: 1° http://twitpic.com/11k1ri05/02 05/02- 2° http://twitpic.com/131xfu 12/02