17.3.10

Trabalho De Direito

Meu Trabalho de L.P. Textos Jurídicos.
Assunto: Propagandas verbais e não verbais.

Interpretação da propaganda abaixo. Explicado dia 17/03 em sala.


CAMISINHA

Propaganda em preservativo para o não uso de camisinha instituído pela igreja católica.

Observe na imagem acima o Papa com os seguintes dizeres: “Eu disse não”. Só que de provável faltou algumas palavras a mais. O certo não seria: “Eu disse não. Pois Papa não pode?”

É interessante compreendermos essa propaganda, pois ela pode da muito certo entre os católicos. E para os que não seguem essa religião também. É ou não é broxante usar camisinha com a imagem de um homem?

A intenção da propaganda do não uso da camisinha foi um sucesso. Entre freiras e padres.

A idéia dessa propaganda pode não da muito certo entre ignorantes. O que eles chegariam a pensar? “Nossa, o Papa disse não ao uso da camisinha. Mas também, faz todo sentido: com essa idade qual seria a utilização?”

Percebe-se nesse termo apelativo uma soma contraditória na propaganda. A frase em que o Papa diz “Eu disse não” se contradiz com o sorriso dele. Afinal, o assunto é pra ser levado a sério ou na esportiva?

17.2.10

Vicio Notável

Desde quando aprendi a falar uso uma palavrinha composta por duas letras. Que no final das contas não quer dizer muita coisa. Mas, mesmo assim a uso constantemente. Recentemente reparei em algo que que nunca havia reparado antes: no meu sorriso amarelado. Outra coisa que me fez prestar atenção foi o tal do "né".

Caso não saiba essa palavra é uma das mais usadas no Brasil. Muito mais para perguntar. O" né" é um termo falada e escrita desde épocas seculares.

O né é mais utilizado que fralda descartável em bebê. É mais comum usar o "né" em frases que cobertura em bolo. Não sou viciado em bebidas alcoólicas, mas sou no né. Não uso drogas, mas em compensação uso uma droga de palavra que vicia bem mais rápido; visto que é muito difícil se livrar do "né". Pode parecer tosco, mas é incrível!

Como nos comunicaríamos bem sem o "né"? Já imaginou como seria estranho conviver sem essa singela palavra? É uma espécie de interrogação prolongada, né? Usada somente com a intuição de aumentar a frase sendo que a intenção não será modificada. Portanto, seria um tanto complicado terminar uma frase sem usar o né... né? Veja abaixo:

- Tu vais pra festa, né?
- Vou sim, camarada. E as meninas vão, né?
- Lógico. Não iríamos sem elas, né!

- Cadê a tua irmã? Ela foi mesmo viajar, né?
- Foi pra casa de parentes no Pará. Tu já sabia que ela ia, né?
- Hahahaha! Pelo o que sei ela foi pra São Luís curtir com o namorado. Não me diga que assim como os teus pais tu caiu nessa estória? Não, né?

- E ai meus queridos eleitores. Vão votar em mim, né?
- Vamos sim querido político. Mas primeiro precisamos da nossa grana, né!
- Claro amigos! É 50 R$ pra cada, né?

Essa palavra é tão importante quanto a novela das oito para os bobões de plantão, ou seja, é impossível viver sem. Somos tão dependentes dela, quanto somos dos Estados Unidos.

Seria mais fácil conviver sem as palavras objetivas e diretas a ficar sem o né... né? Já me adaptei com essa palavra. Não sei se teria força o suficiente de me comunicar no dia-a-dia sem ter que usa-la. Seria uma tortura. Mesmo tendo a plena convicção de que no final da frase ela não irá modificar quase nada.

A palavra né é cultura. Os sábios a utilizam no seu cotidiano. Nossos amigos também. Assim como nosso inimigos. Estamos ligados no mesmo ritmo informal. Compreendendo e sendo compreendido com a mesma intensidade. E é isso aí. Viva ao "né" meu povo.


Cá entre nós: texto chato pra caralho,

16.2.10

Volto Logo

Meu Blog ta parado há algum tempo. Mais parado que engarrafamento em São Paulo. Tudo isso por conta do emprego que arrumei. Ele tirou o meu tempo e ânimo pra continuar escrevendo. Ou seja: meu trabalho é um ladrão. Pelo menos isso foi bom pra vocês, que tiveram a alegria de não lerem as bobagens que escrevo. E pra mim também, já que passei a fazer melhor utilização desse tempo que me restou, como por exemplo: jogando vídeo game.

Mas este blog, ou merda como muitos chamam há de voltar como o de costume em breve. Pelo menos quatro textos, ou bostas como chamam por mês. Pois eu arrumei emprego no jornal. Viva! Emprego este que não vou carregar peso, nem fazer algo que não gostava como o anterior, que é: trabalhar de verdade. Irei escrever para o jornal Folhão, alias, já estou escrevendo nele. Só que assino dia 1° de março. Assim será oficial. Estou tendo uma própria coluna e vou opinar quase sempre sobre alguns casos.

No jornal minha função não será tão diferente da que aqui faço. As merdas e idéias são basicamente do mesmo estilo para azar dos leitores do jornal. Só que terei que tomar mais cuidado no que digo. As minhas palavras nos textos que irão às edições semanalmente terão que ser mais trabalhadas, para que elas não saiam tão "tortas" como as daqui. Mesmo que nunca me dediquei realmente nos meus textos. Acho que faltava a inspiração "real". Sorte que a achei sendo renumerado por isso.

Escrevo nessa joça como hobby, por isso não capricho. E lá eu irei "caprichar". Isso pareceu meio boiola, não?


Meu primeiro e segundo texto das duas edições passadas na minha coluna. Série: Times brasileiros/Dis-Torcidas: 1° http://twitpic.com/11k1ri05/02 05/02- 2° http://twitpic.com/131xfu 12/02

10.2.10

É Carnaval Povo

Época de mulheres gostosas na TV. Crescimento da mortalidade em acidentes de transito e em folias. Por outro lado se eleva possíveis natalidades graças às carências de prevenções. O turismo aumenta em diversos estados do Brasil. E o ibope da rede Globo também. Isso só quer dizer uma coisa: O carnaval chegou (que merda).

Os sonhos se realizam nesse período. Cresce o consumo de bebidas alcoólicas e usos de drogas. Só não cresce a educação para os filhos da nação, nem o senso de valores éticos e morais para os mesmos.

Época de alegria. Os favelados que pagam mensalmente as escolas de samba vão finalmente desfilar, e os famosos que são pagos pelo dinheiro dos favelados também. Ô coisa boa que é o carnaval meu país lindo!

Deixar de dar alimento e estudo para os filhos só pra estar em uma escola de samba; que por consequência muitos curtem a festa debaixo de uma fantasia ou de um carro alegórico... É mais que um sonho minha gente, é demais!

Pondo a ironia um pouco de lado, o carnaval é uma festa em que não se comemora nada. Ao contrário do Natal (que apesar de ser mentira, mas "comemora" alguma coisa), da Páscoa, do dia da Independência... Brindam em prol de algum acontecimento que ocorreu no passado. Enquanto o carnaval não se comemora nada com nada. Ou não, engano meu, comemoram sim: A putaria.

No meu vocabulário o significado de carnaval quer dizer: prostituição. É a única festa em que Gays não assumidos podem ser o que realmente são sem receio. Pois os outros vêem que só agem do tipo graças à data, pensam: "É só a fantasia dele de bicha, não é real. Tindolelê!"

Muito turista de todas as partes do mundo vem conferir essa "magnífica" festa. Interesse em ver a nossa cultura? Nossa maneira de comemorar o carnaval? Rir da nossa hipocrisia e excesso de alienidade? Não, não! Vem em prol das mulheres. Saciam-se da gostosura brasileira sendo visivelmente exposto em público completamente nu. Esse é o motivo pela qual muito vem. Ê maravilha de "cultura". Que orgulho!

O dinheiro gasto no carnaval - que são milhões - daria para obter muita coisa que sofre carência nesse lugar que chamamos de: Brasil. Sem dúvida alguma seria bem mais útil construindo e reformando escolas, áreas de laser e hospitais nas proximidades, ou onde os integrantes e participantes desse evento moram. Mas como sei que jamais aceitariam tais verdades, só me resta lamentar. Assim como vocês quando passa essa data. Entretanto, comemorem muito. Pois como conheço essa nação sei que as galinhas das avenidas terão ainda por um bom tempo as penas que delas fazem parte.

Não liguem para o que falei até aqui. Sou um merda e só disse o que gente chata diz. Vamos curtir o carnaval que é melhor. Tindolelê meu povo.

23.1.10

Sônia Abrão Pereira da Morte

Sônia Abrão é apresentadora do programa "A tarde é sua", o que não faz nenhum sentido pra mim, pois minha tarde é do meu patrão que manda fazer dela o que ele desejar.

Deixando minhas dores de lado, vou comentar sobre desgraças. O programa A tarde é sua é aquele típico programa que esta no ar graças às desgraças dos outros. Tipo casos de família e Pânico na TV. A tragédia pra eles é sinônimo de matéria. E matéria para os mesmos é felicidade.

Alguém se ferrou? Aconteceu alguma catastrofe? Premonição de que caos vai acontecer? Fique tranquilo que você irá saber todos os detalhes no programa que mais me da medo no Brasil: A tarde é sua.

Você pode até ligar a TV à tarde e ver só programas neutros, que não mostrão em grande escala matérias deprimentes. Em todos os canais. Mas verá uma exceção que já é comum na TV, no programa A tarde é sua. O que teria mais nexo se o nome fosse: A morte é de quem?

Alí o assunto é o fim. Tanto o fim de uma novela, quando de um namoro de um famoso, ou mesmo o fim de uma vida - o forte do programa. É sobre isso que eles gostam de falar, comentar, falar e comentar de novo. Sônia Abrão não torce pra time algum, muito menos torce roupa, mas fica torcendo pra acontecer algo ruim com alguma celebridade só pra ter assunto no programa.

Abaixo vão algumas notícias sobre Sônia Abrão. Grande parte é verdade, acredite!

Sônia Abrão faz questão de esquecer-se de alimentar seus animais de estimação só para vê-los morrer de fome. O único animal dela que não morreu de fome foi Aibo, aquele cachorro robô.

A Sônia Abrão nunca matou ninguém. Mas confessa que se um dia não tiver matéria, será obrigada a fazer isso.

Sônia Abrão queria ter nascido na época da segunda guerra mundial. Só pra poder cobrir o Holocausto.

Uma vez Sônia Abrão foi a um velório. Quando chegou, pegou uma xícara de chá, se sentou, e começou a curtir o momento...

A Morte é o patrão de Sonia Abrão. Sem ele, ela não estaria onde esta hoje. A realidade é que a Morte morre de medo em um dia cruzar com Sônia Abrão.

Sabiam que: Quando você nasceu todos sorriram, só você e Sônia Abrão choraram...

Uma vez fizeram uma pegadinha com Sônia Abrão. Todos tinham que se fingir de morto. Quando soube o que se passava, chorou. Chorou muito!

Sônia Abrão tem vários gatos pretos. Diz que dar sorte. Sem falar que, uma vez um gato preto cruzou com Sônia Abrão e ele perdeu seis de suas sete vida. Agora faz sentido o porque do apelido dela ser: Medo. Só não sabia que chegava a matar...

A Sonia Abrão sonha em encerrar a sua carreira cobrindo a sua morte.


Observe como ela olha sorridentimente para você dizendo: "Quem será a próxima vítima: ele, eles ou você? HAHAHAHAHA!"

8.12.09

Meu Primeiro Emprego

Consegui emprego. Meu primeiro emprego. Na verdade é o segundo, pois estou saindo da profissão de vagabundo. Vamos ver no que vai dar. Espero que eu consiga me sair bem. Da vida de vagabundo.

Não sei com o que se doparam para me darem trabalho. Melhor não entrar em detalhes. Agora que estou trabalhando vou disponibilizar os meus dois períodos do dia para obter uma merreca e aumentar os lucros deles. O que vou fazer com o período seguinte? Descansar para acordar no próximo dia bem pra fazer o mesmo.

Começo segunda-feira. Nunca gostei desse dia, mas agora por conta da ansiedade to gostando. Foi através de um programa do governo do estado que entrei nessa. Isso não significa necessariamente que votarei na responsável (Roseana Sarney) por isso na próxima eleição. Até porque meu voto já tem dono. Ele é do Sr. Nulo!

Minha mãe disse que a partir do meu primeiro salário vou começar a dar valor ao dinheiro. Acho que nem assim vou passar a dar valor, pois o dinheiro já tem o seu valor sem precisar da minha valorização. Há as de R$ 2, de R$ 5, de R$ 20, de R$ 50...

O sujeito do programa que estava palestrando sobre trabalho disse que é para o empregado fazer a barba todos os dias e cortar as unhas sempre. Ou seja: meu "salário anão" vai ser só pra comprar barbeador. E o fato das unhas cortadas já é. As rôo todos os dias.

Tem gente que adora trabalhar. Assim como tem gente que é normal. Mas vamos ver no que vai dar. Francamente eu to achando que o meu local de trabalho vai ser como um cemitério: triste e chato demais.

Minha motivação e animação se encaixam perfeitamente no emotion abaixo. Como percebes não há nenhum acima.